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Indicadores de performance (KPIs) mensuram resultados baseados em métricas

KPI é a sigla para o termo inglês Key Performance Indicador, ou seja, indicador chave de desempenho

Utilizados para medir o desempenho dos processos de uma empresa, os indicadores de performances são métricas relevantes para a estratégia e o sucesso do negócio. Sendo assim, esses indicadores, ou simplesmente KPIs – Key Performance Indicador, ou seja, indicador chave de desempenhoprecisam ser mensuráveis, porque não se pode gerenciar o que não pode ser medido.

Nem todas as métricas são KPIs, mas um KPI é uma métrica. Métrica é apenas algo a ser medido. Esse dado não é necessariamente importante durante a tomada de decisão, por exemplo. Entretanto, no momento que essa métrica passa a ser relevante para executar uma ação ela pode ser considerado um KPI.

O que pode ser utilizado como um KPI?

São muitos os dados que podem ser utilizados. Dependerá dos objetivos e do tempo estabelecido para observação. Por exemplo, se um e-commerce deseja vender mais ebooks e para isso lançou uma campanha de captação de leads em seu site. O KPI utilizados pode ser o número de cadastros captados versus o número de ebooks vendidos vindos desses cadastros, durante um determinado período.

Um KPI pode ser um número ou um percentual. Geralmente são determinados por fórmulas simples, e se prestam a quantificar os resultados, sempre alinhados aos objetivos da companhia.

Por que likes ou comentários não são bons KPIs?

Um bom indicador-chave de performance mostra como o seu objetivo está trazendo mais vendas ou oportunidades de negócio para a sua empresa. Um like sozinho não é uma forma precisa de analisar isso. A única forma de usar interações sociais como KPIs é relacioná-las com outros fatores.

Por exemplo, quantos clientes que efetivaram compra ou deixaram cadastro comentaram na sua publicação no Facebook? Quantos curtiram essa ou outros posts? Essas correlações podem trazer dados interessantes, mas uma interação social sozinha não é um bom KPI. Talvez se o seu objetivo for criar engajamento, eles podem ser sim bons indicadores, aliados a outros tipos de interações.

Foque em dados palpáveis, faça comparações e sempre tenha em vista os seus objetivos. Assim, você sempre poderá usar indicadores como um termômetro do seu sucesso.

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Promova sua marca em um contexto profissional com o LinkedIn Ads

É necessário configurar uma conta de anúncios na rede social

A maior rede profissional do mundo, o LinkedIn, permite anúncios de vários formatos em sua plataforma. Além de compartilhar as atualizações profissionais, você pode utilizar a rede para atingir certos públicos e alcançar uma audiência ainda maior para a sua empresa ou negócio.

Segundo o LinkedIn, sua rede é composta por mais de 467 milhões de profissionais no mundo. Você pode promover sua marca em um contexto profissional, segmentando por função, título e nível de experiência, tamanho de empresa entre outros tópicos que te ajudam a falar com as pessoas certas. Esse é um bom recurso para quem trabalha com B2B (business to business), ou seja, empresas que vendem seus produtos para outras empresas.

São três os tipos de anúncios mais usuais:

Além desses três, o LinkedIn Ads disponibiliza também:

  • Dynamic Ads: ideal para criar conhecimento da marca e atrair mais usuários para sua Company Page.
  • Vídeo Ads: anúncios divulgados em formato de vídeos (são criados a partir do Sponsored Content).
  • Anúncios em Carrossel: também feitos pelo Sponsored Content, é possível contar uma história com imagens em carrossel.
  • Mídia Programática: você segmenta seu público por intenção ou identidade e compra a mídia programática. Assim, seus anúncios são mostrados no Display Ads por um preço fixo.

Você ainda pode segmentar seu público por:

  • Área de estudo;
  • Diploma obtido;
  • Universidade;
  • Cargo;
  • Setor;
  • Tamanho da empresa;
  • Nível de experiência;
  • Localidade;
  • Idade.

Para anunciar no LinkedIn é necessário configurar uma conta de anúncios na rede social. Você pode obter resultados de acordo com o quanto está disposto a investir. Pague apenas por cliques ou impressões, pause seus anúncios a qualquer momento e mensure as conversões

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Conheça o Facebook Marketplace

A plataforma de vendas do Facebook

O Facebook Marketplace é plataforma de vendas na própria rede social, que chegou no início de 2018 aqui no Brasil. O ambiente se destaca como uma opção onde as trocas comerciais, de itens novos ou usados, ocorrem de forma mais profissional entre os usuários. Milhares de pessoas realizam transações comerciais na rede todos os dias e o Facebook oferece sua plataforma com essa finalidade.

Para o anunciante, basta tirar fotos do produto, criar uma descrição, estabelecer um valor e publicar na rede. Os consumidores podem entrar em contato a partir do anúncio e toda a negociação é feita por meio do Messenger. Além disso, é possível filtrar sua busca por localização, produto procurado ou até mesmo categorias.

A vantagem do recurso é permitir a compra no próprio Facebook, sem necessidade de download de outros aplicativos ou migração para outras plataformas como a OLX, o Mercado Livre e o Enjoei. O que o Marketplace do Facebook – ainda – não oferece são opções de mediação do pagamento: as transações são feitas entre os usuários envolvidos.

Para empresas

Para as contas comerciais, é possível criar uma loja dentro da sua fanpage, de acordo com o Acordo de vendedor de produtos comerciais. Nele estão descritas as normas para que você possa vender dentro do ambiente do Facebook, como pagamentos e taxas. Ao aceitar o acordo, você concorda com os processadores de pagamento e a política de reembolso. Há também uma taxa de 5% sobre da venda que é cobrada por transação, cujo valor mínimo deve US$ 0,40.

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Técnicas de SEO

Saiba motivos para aplicá-las em seu site


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SEO, sigla de Otimização para Mecanismos de Busca, Search Engine Optimization em inglês, refere-se à otimização de websites. O SEO é um conjunto de estratégias com o objetivo de potencializar e melhorar o posicionamento de um site nas páginas de resultados naturais (orgânicos) nos sites de buscam, como Google, gerando mais conversões.

Além de posts organizados e com excelente conteúdo, é preciso bons códigos de programação e manutenções constantes para otimização do site em questão. Sem as palavras-chave certas, por exemplo, o site pode demorar meses para alcançar boas posições, tendo em vista que buscadores como o Google só colocam em sua primeira página os conteúdos mais relevantes para os leitores.

SEO é uma das ferramentas utilizadas no marketing digital e se baseia em três pilares: técnica, conteúdo e autoridade. Cada critério busca sempre melhorar o posicionamento de uma palavra chave nos campos de busca.
A inserção de links amigáveis, a utilização do design responsivo e as técnicas SEO são apenas alguns dos diferenciais de uma empresa que busca crescer.

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O que é User Experience Design?

Conheça a tendência que valoriza o usuário   
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A experiência do usuário não é uma área nova. Desde a Segunda Guerra Mundial, muitos materiais já eram produzidos pensando na experiência de quem iria utilizá-los. Com o passar dos anos, a experiência do usuário passou a ser, também, a envolver a estratégia de usabilidade. Assim, essa área ganhou grande notoriedade nas empresas.

O UX é tudo aquilo que um usuário sente ao utilizar um produto ou serviço, seja ele digital ou físico. Quando você utiliza o seu smartphone, por exemplo, para acessar um conteúdo específico, publicado por amigos, a experiência será construída a partir do seu conhecimento, da sua bagagem, do ambiente onde está e até daquilo que te forma como pessoa. Ou seja, nenhum produto ou serviço é capaz de provocar uma experiência específica, mas pode, sim, conduzi-la colocando-se, por exemplo, no lugar do usuário.

A User Experience Design, também conhecida como UX (experiência do usuário, em português) trata-se do conjunto de elementos e relacionados à interação do usuário com um determinado produto, sistema ou serviço cujo resultado gera uma percepção positiva ou negativa. O termo foi usado por Donald Norma, professor emérito de ciência cognitiva na Universidade da Califórnia em San Diego, na década de 1990, e, hoje, representa uma das maiores tendências da comunicação.

A UX Design sempre existirá. É necessário um profissional que saiba responsável, então, por garantir que o design projetado atenda às necessidades dos usuários, garantindo sua satisfação ao interagir com a empresa, plataformas ou marcas.

 

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Site adaptado para dispositivos móveis

Qual é a importância do conteúdo responsivo?

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Os recentes dispositivos móveis são as mais novas tendências. Por meio da performance dos hardwares e dos softwares (aplicativos) embutidos neles, podemos fazer inúmeros serviços. Pagar contas, tirar fotos, gravar vídeos e editá-los, conversar com as pessoas por ligação de vídeo, entre outros. Essa revolução digital nos leva a crer que, hoje, aparelhos celulares são imprescindíveis para a sobrevivência de outras tecnologias e estão atrelados ao nosso cotidiano.

 

A tecnologia digital entrou em nosso dia a dia por meio do computador pessoal, depois da internet e, agora, a última grande revolução aconteceu com o avanço das tecnologias para dispositivos móveis (tablets e smartphones).    Muitos dos conteúdos atuais já estão depositados em dispositivos móveis. Só que o grande problema é: quando adaptadas somente a esses, não ficam disponíveis no computador de forma eficiente.

 

O motivo é que, muitas vezes, o computador virou depósito de arquivos mortos, então a maioria dos profissionais buscaram escolher um tipo de adaptação e esquecem que o design responsivo no site faria toda a diferença. O site mobile é próprio para dispositivos móveis, adaptando-se a eles, independentemente do tamanho da tela.

 

Quando um conteúdo está adaptado para diferentes acessos, o usuário pode visualizar o conteúdo sem dificuldades, por um desktop ou por aplicativos e navegadores em smartphones. Essas opções servem tanto para quem gosta de mexer na web sem acumular espaço na memória do dispositivo, quanto para aqueles que leem pelo celular, recebendo notificações por push. 

 

No entanto, não podemos esquecer que há diferença entre o site mobile e o responsivo, embora ambos sejam adaptados para dispositivos móveis. Com o site responsivo não há a necessidade de criar várias versões de um site, pois ele se adapta automaticamente a qualquer tela, é exibido tanto nos dispositivos maiores, como nos tablets e smartphones. Já o site mobile é uma nova versão no comum. Cabe à empresa decidir qual é o melhor modelo para seu negócio.

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Como incluir a Omnichannel na sua comunicação?

Conheça a tendência e aplique em sua empresa

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Omnichannel é uma tendência do varejo baseada na convergência dos canais utilizados por uma empresa. Resumindo, trata-se da possibilidade de fazer com que o consumidor não veja diferença entre o on e o off-line. Integrar as áreas da empresa é o pontapé inicial para que essa forma de comunicação comece.

É importante ressaltar que a Omnichannel se difere de Crosschannel, na qual não existe competição entre os canais, uma vez que eles passam a se complementar, e de Multichannel, que possui uma competição entre os canais de compra (sem troca de informações entre eles). Na Omini um canal auxilia o outro a oferecer uma experiência de compra cada vez melhor e aproximar relações online e offline.

A partir da Omnichannel o seu negócio tem mais chance de melhorar os serviços oferecidos, as vendas e o processo de fidelização dos clientes. Assim, consequentemente, a imagem da sua empresa é melhorada. No entanto, é necessário conhecer muito bem a sua empresa. Para estabelecer uma boa relação com o cliente, o negócio precisa estar alinhado internamente, integrando lojas físicas, virtuais e compradores.

Além disso, essa técnica tem como premissa o foco total em quem compra, permitindo que os gostos deles sejam amplamente explorados. A tecnologia é importantíssima para que a técnica seja aplicada de modo amplo e funcional.

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O que é BYOD?

Conheça o Bring Your Own Device e saiba como aplica-lo

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Basicamente, o conceito do Bring Your Own Device (ou “traga seu próprio aparelho”, traduzido para português) surgiu no fim da primeira década do século XXI. Cada vez mais usado pelas empresas em todo o mundo, trata-se da estratégia de gestão de TI nas empresas, segundo a qual gestores deixam funcionários à vontade para trabalhar com os dispositivos que mais os agradam no cotidiano profissional. Por exemplo, se um colaborador prefere usar tablet e não computador, a empresa não delimita e permite que haja essa troca.

Graças à grande tendência de home office, o BYOD ganhou força. O monitoramento das redes ganha, consequentemente, um espaço essencial para garantir o desempenho e a segurança, tanto dos dados quanto dos próprios equipamentos.

Em suma, o Bring Your Own Device representa menos controle sobre dispositivos como smartphones e tablets no ambiente de trabalho, o que pode aumentar a produtividade. É importante ressaltar que os gastos das trocas e das atualizações dos equipamentos são diminuídos, uma vez que isso fica sob responsabilidade informal do próprio colaborador.

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Características do Business Intelligence

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Inteligência de negócios (conhecida como Business Intelligence, em inglês) refere-se ao processo de coleta, organização, análise, compartilhamento e monitoramento de informações que oferecem suporte à gestão de negócios.

Os sistemas de Business Intelligence atuais têm como características a extração e integração de dados de múltiplas fontes. Para que haja resultado, usa-se a experiência por meio de dados contextualizados, procurando relações de causa e efeito e transformando os registros obtidos em informação útil para o conhecimento empresarial.

Para um bom BI é necessário alinhar três pilares: a coleta de dados, a organização e a análise e a ação e o monitoramento. Um dos principais objetivos do BI a tomar as decisões inteligentes, mediante dados e informações recolhidas pelos diversos sistemas de informação.

É importante ressaltar que Business Intelligence abriga outros termos de inteligência como Competitive Intelligence (Inteligência Competitiva), Market Intelligence (Inteligência de Mercado), Customer Intelligence (Inteligência de Clientes), Sales Intelligence (Inteligência de Vendas), entre outros.

Tem alguma dúvida? Entre em contato conosco pelo site: https://infographya.com.br

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Características do Vídeo Marketing

Empresas que queiram destacar-se no seu segmento de atuação precisam estar abertas às novas formas de comunicação. Isso porque as diversas transformações na comunicação aliadas aos avanços tecnológicos transformam a forma como o conteúdo é produzido e consumido. Nesse sentido, a produção de vídeos é uma maneira extremamente eficiente de comunicação com os seus clientes e prospects.

A utilização de vídeos é uma das principais tendências de comunicação. Atualmente, mais de 60% de todo o tráfego da internet é direcionado para vídeo, e a previsão da empresa de soluções tecnológicas Cisco é de que até 2020 aumente para mais de 80%, gerando maior engajamento entre os seguidores de uma rede social ou mailing de e-mail, desde que sejam desenvolvidos por meio de uma estrutura que atraia o público e conte histórias, antes de falar comercialmente sobre o produto ou serviço apresentado.

Confira uma lista com os principais motivos para investir em vídeos na comunicação do seu cartório:

Agrega valor à marca

Os vídeos são formatados para que o telespectador tenha acesso a toda a informação que está sendo transmitida, com inclusão de filmagens e fotos que apresentem detalhes de cada tema. Com esta estratégia, o conteúdo fica mais completo e relevante.

Demonstra credibilidade

Os vídeos também ajudam a agregar valor aos produtos e serviços apresentados, afinal, as pessoas tendem a acreditar no que está sendo falado em vídeos, pois imagens e narrações aparentam mais realidade.

Conteúdo de fácil acesso

O formato tende a ser mais atrativo, independentemente do tema abordado. É mais fácil explicar uma informação que precisa ser dada por meio de vídeos explicativos. Além disso, torna-se uma modalidade de aprendizado mais rápida.

Engajamento nas redes sociais

Os vídeos compartilhados no Facebook aparecem cada vez mais no feed dos usuários porque possuem prioridade sobre os outros tipos de postagens. Assim, impulsionar uma publicação desse tipo costuma ser mais barato, com uma média de custo por clique, além de ser uma oportunidade para aumentar o alcance das publicações da página.

Diferencial

Independentemente do assunto desenvolvido, o conteúdo já será um diferencial, considerando que os concorrentes diretos não compartilham um formato atrativo como esse, facilitando a atração do público-alvo e a interação entre os usuários.

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