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Seu perfil no LinkedIn pode ser literalmente seu cartão de visita

App permite criar um cartão digital com QR Code e foto

Os cartões de visita continuam circulando pelos eventos e reuniões, trocados ao fazer networking para manter contato. Em tempos de consumo consciente e otimização de tempo, os pequenos retângulos de papel acabam se acumulando e, muitas vezes, fica difícil de organizar e terminam esquecidos nas gavetas. Pois bem, o App do LinkedIn tem uma solução que te permite trocar “cartão de visitas” virtualmente com o seu contato, permitindo adicioná-lo na mesma hora na rede social voltada aos contatos profissionais, além de te permitir baixar ter sempre à mão o seu perfil em QR Code.

Mas antes de sair por aí compartilhando o seu QR Code com todos os potenciais parceiros de trabalho, há uma etapa muito importante a ser feita: manter o seu perfil atualizado, ou melhor, um “Perfil Campeão”, como denomina o LinkedIn. Este tipo de perfil atingiu todos os requisitos que são necessários para ter uma boa posição nas buscas, que basicamente é o preenchimento de todos os campos. Além de ser mais facilmente encontrado por recrutadores, quem acessar o seu perfil terá as informações completas e corretas sobre sua trajetória profissional.

Dito isso, vamos ao passo a passo para obter o seu cartão do LinkedIn!

  • Baixe o App do LinkedIn
  • Configure o seu perfil
  • Ao lado da barra de pesquisa há um conjunto de quadrados no lado direito da tela
  • Clique em “Meu código” e aparecerão, além do QR Code, as opções “Compartilhar” e “Salvar na Galeria”
  • Para obter o perfil de outra pessoa que tenha o cartão, escanei o QR Code na opção “Escanear”
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Os cinco perfis do consumidor no Brasil – 2019

O consumidor passa a adotar uma relação muito mais holística, o que vem sendo concretamente refletido nas estratégias e nas vendas da indústria e do varejo brasileiro.

Segundo o mais recente estudo Estilos de Vida 2019 publicado pela Consultoria Nielsen em junho deste ano, a população do Brasil está mais negociadora (55% dos entrevistados vai direto à loja para efetuar a compra), mais conectada (64% tem um smartphone), mais saudável (57% reduziu o consumo de gordura e 56% diminuiu a ingestão de sal), mais prática (64% escolhe as marcas pelo baixo preço) e mais sustentável (42,4% está mudando seus hábitos de consumo para reduzir o impacto no meio ambiente). Tanta complexidade e multiplicidade de valores e escolhas levaram a Nielsen a criar cinco novos perfis para o consumidor brasileiro.

Consciente Pragmático

O “sabe tudo”, é aquele que segue fielmente seus hábitos e preferências. Esse perfil é predominante em indivíduos com mais de 46 anos de idade, das classes C2, D e E, e equilibradamente dividido entre homens (55%) e mulheres (45%). É geralmente o chefe do lar e, como busca uma vida estável, preocupa-se com o aumento do custo de vida e com os serviços públicos. Os meios de comunicação que mais utiliza são a TV aberta e o rádio e, mesmo que goste de ficar em casa com a família e assistir televisão em seu tempo livre, acredita que a maioria das propagandas são mentirosas. No mercado, tem um comportamento mais prático e tradicional, então faz suas compras sozinho, durante a semana e em lojas convencionais, além de adquirir sempre os mesmos produtos e marcas, mesmo que não estejam em promoção.

Equilibrista

O “negociante”, aquele que busca fazer escolhas inteligentes para conseguir consumir tudo o que quer. Esse perfil é predominantemente feminino (67%), das classes C1 e C2 e mais jovem (26 a 45 anos). Responsável pelas compras da casa, esse perfil foi bastante impactado pela crise, então preocupa-se bastante com o aumento do custo de vida e com a educação. Mesmo com o orçamento apertado, gosta de sair com os amigos e socializar. Em casa, se diverte assistindo TV e adora interagir nas redes sociais. Propagandas de rua e na internet costumam chamar a sua atenção e, na hora de comprar, gosta de olhar com atenção todos os folhetos e catálogos que recebe, além de não pensar duas vezes antes de mudar de loja para aproveitar uma boa promoção. Costuma comprar mais que o previsto e paga tudo com o cartão de crédito, mas não faz compras online. A realização profissional é o seu principal objetivo de vida.

Consciente Sonhador

O “tranquilão”, aquele que busca levar uma vida tranquila, na qual possa cuidar de si e do mundo. Predominantemente feminino (72%), esse perfil está mais presente nas classes C2, D e E. É responsável pelas compras de casa e, embora não tenha sido impactado pela crise, se preocupa com o custo de vida e a economia, mas principalmente com o meio ambiente. Esse perfil vai três vezes mais ao hortifruti que os outros, e à feira pelo menos uma vez por mês. Ele reduziu o consumo do que julga fazer mal (no caso desse grupo, especificamente cafeína, lactose e glúten), compra produtos orgânicos e faz exercícios físicos. No mercado, leva uma lista de compras e se atém à ela, além de consumir 20% menos que os demais e pagar as compras em dinheiro 90% das vezes. Além de mudar seus hábitos de consumo por causa do meio ambiente, ele está disposto a pagar mais caros por marcas sustentáveis, e tenta viver um dia de cada vez, desenvolvendo a sua espiritualidade.

Conectado

O “sempre online”, é aquele que se diverte, se comunica e passa a maior parte do seu tempo na internet. Demograficamente, esse é o mais jovem dos perfis, cuja maioria dos entrevistados possui até 25 anos de idade, está inserida nas classes B2 e C1 e sem predominância de gênero (homens e mulheres com 50%). Apesar de estar sempre online, não deixa de ir a festas, eventos culturais e de estar com os amigos. Gosta de imaginar o futuro com crescimento profissional e uma família, mas sem perder as oportunidades e vivências do presente. Consciente, pensa muito no coletivo, e suas maiores preocupações incluem o meio ambiente, o preconceito e a intolerância. Tem o mundo na palma da mão e faz tudo pelo smartphone: comunicação, conveniência, redes sociais, jogos, filmes e música. Seis em cada dez entrevistados fazem compras online todo mês. Por acompanhar seis dos nove principais meios de comunicação, propagandas perdem a relevância em todos os canais que utiliza. Esse perfil valoriza ações que criem experiência e exclusividade com produto/marca, como degustação, amostra grátis, cupons e desconto nos aplicativos.

Aspiracional

O vanguardista que busca aliar seu bem-estar próprio ao coletivo. Esse perfil tem predominância nas classes A, B1 e B2, com idade entre 26 e 45 anos e maioria feminina (64%). Tem como suas maiores preocupações o meio ambiente, educação, corrupção e preconceito, com objetivo de contribuir positivamente para a sociedade e viajar, sem abrir mão de ter uma boa carreira profissional. Está mudando seus hábitos para ser mais saudável e proteger o meio ambiente. Esse perfil consome muita informação, o que o torna mais exigente: 33% compara preços no celular enquanto está fazendo compras, 70% vê produtos e preços no aplicativo/internet antes de ir à loja, 72% gosta de comprar e experimentar novos produtos, 55% vê atentamente as informações nutricionais, 67% está disposto a pagar mais por marcas que pensam no meio ambiente e 81% gasta mais com produtos que melhoram a saúde.

A predominância do brasileiro

O Brasil é, em sua maioria, equilibrista, com 27% da população classificada nessa categoria. Em seguida, temos os aspiracionais (22%) e os consciente pragmáticos (21%), enquanto os conectados e os consciente sonhadores estão empatados com 15%. Vale lembrar que cada consumidor possui uma combinação desses perfis, embora um deles sempre predomine.

A Nielsen ouviu mais de 21 mil pessoas em 8.240 lares pesquisados. O questionário contou com 100 questões, divididas em módulos de entendimento: tempo livre e hobbies; atitude, valores e metas; meios de comunicação; hábitos de compras (antes, durante e após), e preocupações com saudabilidade.

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Fique por dentro do vocabulário de Marketing Digital

O Marketing Digital tem seus próprios termos que são utilizados nas estratégias, processo, ação e que nem todo mundo conhece. Para entender quando ouvir uma dessas palavras, fizemos um vocabulário para que você possa entender cada vez quer ouvir uma delas.

Leads – São clientes em potencial, o público alvo da sua estratégia de Marketing. Quando você consegue atrair a atenção desse contato e ele demonstra interesse na sua empresa, você gerou um lead.

Conversão – é quando um lead efetiva a compra e vira um cliente.

Landing Pages – são criadas com objetivo de gerar conversão. Geralmente são como caixas ou páginas de diálogo que estimulam o usuário a baixar algum conteúdo relevante para ele – e pra isso você precisa utilizar argumentos rápidos e convincentes e um visual atrativo. Em troca, ele pode fornecer seus contatos, preenchendo um formulário, para ter acesso ao conteúdo, que pode ser um e-book, a participação em um webinar.

Inbound Marketing – Os e-books são muito utilizados nessa que é uma estratégia de Marketing Digital para gerar leads. Consiste em fornecer informações pertinentes e interessantes para o seu público para que ele venha até você, como por exemplo preenchendo um formulário de uma landing page para acessar o conteúdo.

Branded Content – conteúdo de marca, em tradução literal, mas não é apenas isso. O Branded Content é todo o conteúdo com qualidade e relevância, utilizado para informar e, muitas vezes entreter o público-alvo. Pode ser feito em vários formatos ou canais, como apps, no próprio site ou rede social da marca.

SEO – é a sigla para Search Engine Optimization (otimização para buscadores). São um conjunto de técnicas que melhoram o posicionamento dos seus conteúdos digitais em buscadores como o Google ou o Bing.

Ads – geralmente as mídias sociais vem acompanhada da palavra Ads, vindo de advertising, quando indicam a possibilidade de anunciar na plataforma. Exemplo: LinkedIn Ads, Google Ads e Facebook Ads.

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Indicadores de performance (KPIs) mensuram resultados baseados em métricas

KPI é a sigla para o termo inglês Key Performance Indicador, ou seja, indicador chave de desempenho

Utilizados para medir o desempenho dos processos de uma empresa, os indicadores de performances são métricas relevantes para a estratégia e o sucesso do negócio. Sendo assim, esses indicadores, ou simplesmente KPIs – Key Performance Indicador, ou seja, indicador chave de desempenhoprecisam ser mensuráveis, porque não se pode gerenciar o que não pode ser medido.

Nem todas as métricas são KPIs, mas um KPI é uma métrica. Métrica é apenas algo a ser medido. Esse dado não é necessariamente importante durante a tomada de decisão, por exemplo. Entretanto, no momento que essa métrica passa a ser relevante para executar uma ação ela pode ser considerado um KPI.

O que pode ser utilizado como um KPI?

São muitos os dados que podem ser utilizados. Dependerá dos objetivos e do tempo estabelecido para observação. Por exemplo, se um e-commerce deseja vender mais ebooks e para isso lançou uma campanha de captação de leads em seu site. O KPI utilizados pode ser o número de cadastros captados versus o número de ebooks vendidos vindos desses cadastros, durante um determinado período.

Um KPI pode ser um número ou um percentual. Geralmente são determinados por fórmulas simples, e se prestam a quantificar os resultados, sempre alinhados aos objetivos da companhia.

Por que likes ou comentários não são bons KPIs?

Um bom indicador-chave de performance mostra como o seu objetivo está trazendo mais vendas ou oportunidades de negócio para a sua empresa. Um like sozinho não é uma forma precisa de analisar isso. A única forma de usar interações sociais como KPIs é relacioná-las com outros fatores.

Por exemplo, quantos clientes que efetivaram compra ou deixaram cadastro comentaram na sua publicação no Facebook? Quantos curtiram essa ou outros posts? Essas correlações podem trazer dados interessantes, mas uma interação social sozinha não é um bom KPI. Talvez se o seu objetivo for criar engajamento, eles podem ser sim bons indicadores, aliados a outros tipos de interações.

Foque em dados palpáveis, faça comparações e sempre tenha em vista os seus objetivos. Assim, você sempre poderá usar indicadores como um termômetro do seu sucesso.

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Promova sua marca em um contexto profissional com o LinkedIn Ads

É necessário configurar uma conta de anúncios na rede social

A maior rede profissional do mundo, o LinkedIn, permite anúncios de vários formatos em sua plataforma. Além de compartilhar as atualizações profissionais, você pode utilizar a rede para atingir certos públicos e alcançar uma audiência ainda maior para a sua empresa ou negócio.

Segundo o LinkedIn, sua rede é composta por mais de 467 milhões de profissionais no mundo. Você pode promover sua marca em um contexto profissional, segmentando por função, título e nível de experiência, tamanho de empresa entre outros tópicos que te ajudam a falar com as pessoas certas. Esse é um bom recurso para quem trabalha com B2B (business to business), ou seja, empresas que vendem seus produtos para outras empresas.

São três os tipos de anúncios mais usuais:

Além desses três, o LinkedIn Ads disponibiliza também:

  • Dynamic Ads: ideal para criar conhecimento da marca e atrair mais usuários para sua Company Page.
  • Vídeo Ads: anúncios divulgados em formato de vídeos (são criados a partir do Sponsored Content).
  • Anúncios em Carrossel: também feitos pelo Sponsored Content, é possível contar uma história com imagens em carrossel.
  • Mídia Programática: você segmenta seu público por intenção ou identidade e compra a mídia programática. Assim, seus anúncios são mostrados no Display Ads por um preço fixo.

Você ainda pode segmentar seu público por:

  • Área de estudo;
  • Diploma obtido;
  • Universidade;
  • Cargo;
  • Setor;
  • Tamanho da empresa;
  • Nível de experiência;
  • Localidade;
  • Idade.

Para anunciar no LinkedIn é necessário configurar uma conta de anúncios na rede social. Você pode obter resultados de acordo com o quanto está disposto a investir. Pague apenas por cliques ou impressões, pause seus anúncios a qualquer momento e mensure as conversões

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Conheça o Facebook Marketplace

A plataforma de vendas do Facebook

O Facebook Marketplace é plataforma de vendas na própria rede social, que chegou no início de 2018 aqui no Brasil. O ambiente se destaca como uma opção onde as trocas comerciais, de itens novos ou usados, ocorrem de forma mais profissional entre os usuários. Milhares de pessoas realizam transações comerciais na rede todos os dias e o Facebook oferece sua plataforma com essa finalidade.

Para o anunciante, basta tirar fotos do produto, criar uma descrição, estabelecer um valor e publicar na rede. Os consumidores podem entrar em contato a partir do anúncio e toda a negociação é feita por meio do Messenger. Além disso, é possível filtrar sua busca por localização, produto procurado ou até mesmo categorias.

A vantagem do recurso é permitir a compra no próprio Facebook, sem necessidade de download de outros aplicativos ou migração para outras plataformas como a OLX, o Mercado Livre e o Enjoei. O que o Marketplace do Facebook – ainda – não oferece são opções de mediação do pagamento: as transações são feitas entre os usuários envolvidos.

Para empresas

Para as contas comerciais, é possível criar uma loja dentro da sua fanpage, de acordo com o Acordo de vendedor de produtos comerciais. Nele estão descritas as normas para que você possa vender dentro do ambiente do Facebook, como pagamentos e taxas. Ao aceitar o acordo, você concorda com os processadores de pagamento e a política de reembolso. Há também uma taxa de 5% sobre da venda que é cobrada por transação, cujo valor mínimo deve US$ 0,40.

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Técnicas de SEO

Saiba motivos para aplicá-las em seu site


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SEO, sigla de Otimização para Mecanismos de Busca, Search Engine Optimization em inglês, refere-se à otimização de websites. O SEO é um conjunto de estratégias com o objetivo de potencializar e melhorar o posicionamento de um site nas páginas de resultados naturais (orgânicos) nos sites de buscam, como Google, gerando mais conversões.

Além de posts organizados e com excelente conteúdo, é preciso bons códigos de programação e manutenções constantes para otimização do site em questão. Sem as palavras-chave certas, por exemplo, o site pode demorar meses para alcançar boas posições, tendo em vista que buscadores como o Google só colocam em sua primeira página os conteúdos mais relevantes para os leitores.

SEO é uma das ferramentas utilizadas no marketing digital e se baseia em três pilares: técnica, conteúdo e autoridade. Cada critério busca sempre melhorar o posicionamento de uma palavra chave nos campos de busca.
A inserção de links amigáveis, a utilização do design responsivo e as técnicas SEO são apenas alguns dos diferenciais de uma empresa que busca crescer.

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O que é User Experience Design?

Conheça a tendência que valoriza o usuário   
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A experiência do usuário não é uma área nova. Desde a Segunda Guerra Mundial, muitos materiais já eram produzidos pensando na experiência de quem iria utilizá-los. Com o passar dos anos, a experiência do usuário passou a ser, também, a envolver a estratégia de usabilidade. Assim, essa área ganhou grande notoriedade nas empresas.

O UX é tudo aquilo que um usuário sente ao utilizar um produto ou serviço, seja ele digital ou físico. Quando você utiliza o seu smartphone, por exemplo, para acessar um conteúdo específico, publicado por amigos, a experiência será construída a partir do seu conhecimento, da sua bagagem, do ambiente onde está e até daquilo que te forma como pessoa. Ou seja, nenhum produto ou serviço é capaz de provocar uma experiência específica, mas pode, sim, conduzi-la colocando-se, por exemplo, no lugar do usuário.

A User Experience Design, também conhecida como UX (experiência do usuário, em português) trata-se do conjunto de elementos e relacionados à interação do usuário com um determinado produto, sistema ou serviço cujo resultado gera uma percepção positiva ou negativa. O termo foi usado por Donald Norma, professor emérito de ciência cognitiva na Universidade da Califórnia em San Diego, na década de 1990, e, hoje, representa uma das maiores tendências da comunicação.

A UX Design sempre existirá. É necessário um profissional que saiba responsável, então, por garantir que o design projetado atenda às necessidades dos usuários, garantindo sua satisfação ao interagir com a empresa, plataformas ou marcas.

 

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Site adaptado para dispositivos móveis

Qual é a importância do conteúdo responsivo?

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Os recentes dispositivos móveis são as mais novas tendências. Por meio da performance dos hardwares e dos softwares (aplicativos) embutidos neles, podemos fazer inúmeros serviços. Pagar contas, tirar fotos, gravar vídeos e editá-los, conversar com as pessoas por ligação de vídeo, entre outros. Essa revolução digital nos leva a crer que, hoje, aparelhos celulares são imprescindíveis para a sobrevivência de outras tecnologias e estão atrelados ao nosso cotidiano.

 

A tecnologia digital entrou em nosso dia a dia por meio do computador pessoal, depois da internet e, agora, a última grande revolução aconteceu com o avanço das tecnologias para dispositivos móveis (tablets e smartphones).    Muitos dos conteúdos atuais já estão depositados em dispositivos móveis. Só que o grande problema é: quando adaptadas somente a esses, não ficam disponíveis no computador de forma eficiente.

 

O motivo é que, muitas vezes, o computador virou depósito de arquivos mortos, então a maioria dos profissionais buscaram escolher um tipo de adaptação e esquecem que o design responsivo no site faria toda a diferença. O site mobile é próprio para dispositivos móveis, adaptando-se a eles, independentemente do tamanho da tela.

 

Quando um conteúdo está adaptado para diferentes acessos, o usuário pode visualizar o conteúdo sem dificuldades, por um desktop ou por aplicativos e navegadores em smartphones. Essas opções servem tanto para quem gosta de mexer na web sem acumular espaço na memória do dispositivo, quanto para aqueles que leem pelo celular, recebendo notificações por push. 

 

No entanto, não podemos esquecer que há diferença entre o site mobile e o responsivo, embora ambos sejam adaptados para dispositivos móveis. Com o site responsivo não há a necessidade de criar várias versões de um site, pois ele se adapta automaticamente a qualquer tela, é exibido tanto nos dispositivos maiores, como nos tablets e smartphones. Já o site mobile é uma nova versão no comum. Cabe à empresa decidir qual é o melhor modelo para seu negócio.

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Como incluir a Omnichannel na sua comunicação?

Conheça a tendência e aplique em sua empresa

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Omnichannel é uma tendência do varejo baseada na convergência dos canais utilizados por uma empresa. Resumindo, trata-se da possibilidade de fazer com que o consumidor não veja diferença entre o on e o off-line. Integrar as áreas da empresa é o pontapé inicial para que essa forma de comunicação comece.

É importante ressaltar que a Omnichannel se difere de Crosschannel, na qual não existe competição entre os canais, uma vez que eles passam a se complementar, e de Multichannel, que possui uma competição entre os canais de compra (sem troca de informações entre eles). Na Omini um canal auxilia o outro a oferecer uma experiência de compra cada vez melhor e aproximar relações online e offline.

A partir da Omnichannel o seu negócio tem mais chance de melhorar os serviços oferecidos, as vendas e o processo de fidelização dos clientes. Assim, consequentemente, a imagem da sua empresa é melhorada. No entanto, é necessário conhecer muito bem a sua empresa. Para estabelecer uma boa relação com o cliente, o negócio precisa estar alinhado internamente, integrando lojas físicas, virtuais e compradores.

Além disso, essa técnica tem como premissa o foco total em quem compra, permitindo que os gostos deles sejam amplamente explorados. A tecnologia é importantíssima para que a técnica seja aplicada de modo amplo e funcional.

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