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Entenda o que é a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais

A Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) são normas feitas para criar uma cultura de respeito à privacidade dos dados.A partir de agosto de 2020, todas as empresas do Brasil precisarão estar em concordância com essas regras. Seja qual for o tamanho do investimento necessário, ele muito provavelmente valerá a pena, porque as multas para quem não se enquadrar na lei podem chegar a R$ 50 milhões.

O que é a LGPD?

A Lei Geral de Proteção a Dados Pessoais (Lei Nº 13.709, de 14 de agosto de 2018), sancionada pelo então presidente Michel Temer. Ela regulamenta o tratamento que é dado às informações de pessoas colhidas por parte de empresas, especialmente na internet, via formulários.Desde a coleta até a classificação, o processamento, o armazenamento, e principalmente a utilização e a transferência.

Entre outras disposições, proíbe qualquer empresa de transmitir esses dados sem consentimento expresso dos titulares. Ao registrar qualquer informação de clientes, portanto, toda empresa terá que se sujeitar à LGPD.

O texto começa a valer em agosto de 2020, dando um prazo de dois anos para readequação.

Contexto da LGPD no Brasil

A LGPD é descendente direta da GPDR (sigla em inglês para Regulamento Geral da Proteção de Dados). A GPDR surgiu na Europa após os escândalos de vazamento de dados sem consentimento por parte de gigantes como o Facebook.

Nos Estados Unidos, Mark Zuckerberg teve que se explicar à Justiça e foi condenado a pagar uma multa de 5 bilhões de dólares, além de cumprir com uma série de obrigações em sua rede social.

Pioneira no ramo, a GPDR atualizou a lei de privacidade europeia de 1995, com o objetivo de garantir transparência aos cidadãos no que diz respeito ao uso dos seus dados.

As grandes empresas de tecnologia têm cumprido as exigências até mesmo em relação a clientes que não moram na Europa.

No caso do Brasil, a LGPD especifica alguns pontos do abrangente Marco Civil da Internet, sancionado em 2014.

Vem para colocar o país no mesmo patamar das nações europeias e norte-americanas no combate ao tratamento indevido de dados na internet.

Principais pontos da Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais
Como praticamente qualquer empresa armazena algum dado de seus clientes e fornecedores, o impacto da LGPD será bem amplo.

Definições

A lei começa estabelecendo nomenclaturas e criando algumas figuras no processo de tratamento dos dados.

Uma das novidades é a instituição da Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD), órgão responsável por fiscalizar todo o processo.

Confira alguns dos conceitos:

Dado pessoal é qualquer informação relativa a pessoa “identificada ou identificável”
Dado pessoal sensível é informação relativa a origem racial ou étnica, convicção religiosa, opinião política, filiação a sindicato ou organização, saúde, vida sexual ou dado genético ou biométrico
Dado anonimizado é relativo a um titular que não possa ser identificado
Banco de dados é o conjunto estruturado de informações pessoais
Titular é a pessoa a quem se referem os dados
Controlador é a pessoa responsável por tomar as decisões referentes a tratamento de dados
Operador é quem executa o tratamento em nome do controlador
Encarregado é a pessoa responsável pela comunicação entre as três partes: o controlador e o operador (empresa), o titular e a Autoridade Nacional de Proteção de Dados
Consentimento é a manifestação livre pela qual o titular permite o uso dos dados (o ônus da prova cabe ao controlador)
Relatório de impacto à proteção de dados pessoais é a documentação do controlador descrevendo o processo de tratamento dos dados que podem gerar risco às liberdades civis.
Restrições
O ponto central da LGPD é a necessidade de consentimento expresso do titular para armazenamento dos seus dados.

Fica proibido ceder ou vender informações de contato de potenciais clientes para divulgação de produtos e serviços por telemarketing, por exemplo.

Está proibido até mesmo o uso dos dados por parte da própria empresa para uma finalidade diferente daquela que foi combinada com o cliente.

É preciso obter o consentimento específico e ser capaz de provar isso a qualquer momento.

Para os dados considerados sensíveis, o processo é ainda mais rigoroso.

No caso de dados de crianças e adolescentes, é preciso o consentimento de ao menos um dos pais ou responsável legal.

O que está proibido, segundo a lei: “Acessos não autorizados e de situações acidentais ou ilícitas de destruição, perda, alteração, comunicação ou qualquer forma de tratamento inadequado ou ilícito”.

Entre as sanções previstas para descumprimento das medidas de proteção de dados está uma multa de 2% do faturamento total da empresa ou do conglomerado, limitada a R$ 50 milhões.

Direitos dos titulares
A ideia é empoderar os cidadãos, que agora terão uma série de direitos, entre eles:

Confirmação da existência do tratamento dos dados
Acesso aos dados, correção, anonimização, bloqueio ou eliminação de dados
Informação sobre com quais entidades públicas ou privadas o controlador compartilhou os dados
Revogação do consentimento.
Obrigações do controlador, do operador e do encarregado
Os agentes de tratamento (controlador e operador) devem adotar medidas de segurança para proteger os dados.

Também precisam manter registro de todos os processos realizados.

Têm o dever de comunicar à autoridade nacional e ao titular qualquer incidência de segurança que possa acarretar risco.

O órgão pode determinar a qualquer momento a elaboração de um relatório de impacto à proteção de dados pessoais.

O encarregado tem como responsabilidade receber reclamações e comunicações tanto de um lado (titulares) como de outro (autoridade nacional), prestar esclarecimentos e tomar providências.

Além disso, deve orientar os funcionários da organização a respeito das práticas de proteção de dados.

As informações de contato precisam estar disponibilizadas de forma pública, preferencialmente no site da empresa.

Fiscalização

A recriação da Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD), autorizada em junho de 2019, mostra que o governo está falando sério sobre fiscalização quando a lei começar a vigorar, em agosto de 2020.

O detalhamento da legislação ao apresentar as definições, abordadas anteriormente neste texto, deixa claro que todos os processos, automatizados ou não, estarão na mira.

A agência reguladora, criada por meio de medida provisória, será composta por 23 profissionais.

Cinco deles comporão o Conselho Diretor, e serão escolhidos e nomeados pelo presidente da República, após aprovação do Senado Federal, ocupando cargos comissionados.

A ANPD ficará subordinada diretamente à Presidência nos primeiros dois anos após a implementação.

Depois, será transformada numa autarquia, com independência de atuação.

Fonte: Conta Azul 

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Por que e como escolher uma assessoria de imprensa especialista no seu segmento?

 

Escolher uma assessoria de imprensa é fundamental para uma estratégia de comunicação integrada. Quando a empresa é especialista no seu segmento, melhor ainda! Ela terá os melhores temas, insights e contatos para direcionar o que você precisa comunicar.

Esse é um dos motivos que nos fazem se cada vez mais procurados por clientes do segmento extrajudicial: cartórios e suas associações. A Infographya Comunicação tem profissionais com mais de 15 anos de experiência no ramo que validam esta especialidade.

Bom, mas como escolher uma agência de comunicação para fazer o planejamento estratégico do seu negócio ou marca? Cada agência tem seus processos e maneira de executar diferentes, mas há algumas características inerentes à profissão de assessor de imprensa e às agências de comunicação. Vamos a elas:

Quais os seus clientes e cases de sucesso com clientes do nosso ramo?

Sabendo quais os projetos que a empresa já executou fica mais fácil entender se ela se encaixa no que você precisa. Aproveite para procurar por si mesmo as informações sobre esses clientes e verificar se estão bem expostas na internet e em outros meios, quando possível.

Como vocês medem resultados? Vocês fazem clipping?

É fundamental estabelecer previamente a forma de entregar os resultados. O relatório com as principais publicações na imprensa é denominado clipping. O clipping vai te ajudar a saber quantas vezes e em quais veículos, sejam impressos, on-line ou gravações você saiu.

Vocês trabalham com gerenciamento de redes sociais?

No passado, as agências de assessoria de imprensa se limitavam aos meios impressos, televisivos e radiofônicos, utilizando pouco do que a internet tem a oferecer. Hoje, é de suma importância para a sobrevivência da agência trabalhar com o meio digital e as redes sociais. Se ela oferecer o serviço de gerenciamento, melhor ainda! Assim você pode acompanhar de perto o que é postado e ter certeza que a produção do seu conteúdo estará nas suas redes sociais oficiais.

A última pergunta você deve fazer a si mesmo: qual o meu nível comprometimento com a estratégica de comunicação? É fundamental que o cliente saiba a importância do seu papel, que será de fornecer informações e fontes para que a agência desempenhe seu trabalho com eficiência e eficácia.

Tudo pronto e respondido? Agora é só começar o seu planejamento estratégico de comunicação integrada!

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Fique atento às atualizações no Facebook, Instagram e WhatsApp

(Publicado em Agosto de 2019)

O Facebook, que detém o Instagram e o WhatsApp, apresenta constantemente novas funcionalidades, layouts e até a denominação de cada um. Separamos as principais mudanças que devem acontecer pelos próximos meses nas redes sociais de Mark Zuckerberg.

Alteração de nome

Segundo o site especializado em tecnologia The Verge, os títulos dos aplicativos do Facebook mudarão em breve para “Instagram do Facebook” e “WhatsApp do Facebook”. Os novos nomes também devem estar na Apple Store e no Google Play. Na tela inicial do dispositivo do usuário, o nome de cada um deles permanecerá o mesmo, mas só por enquanto. Ainda segundo a publicação, é muito provável que “do Facebook” apareça na tela inicial dos dois aplicativos. A gigante da tecnologia já fez essa mudança com o Oculus.

Segurança

De acordo com o CEO e fundador do Facebook, Mark Zuckerberg, a rede social será renovada e mais segura. Ao passo que a popularidade do Facebook caiu entre os consumidores mais jovens, a do Instagram e a do WhatsApp dispararam.

Programação de postagem

Há uns anos, o Facebook permite aos usuários o agendamento de postagens, funcionalidade muito utilizada pelos social medias. Para programar no Instagram, era preciso recorrer a aplicativos de gerenciamento de redes sociais, como o MLabs e o Ethus. Um banner no Estúdio de Criação informa que em breve as publicações poderão ser feitas por lá mesmo, tanto no feed quanto no IGTV, o que indica a unificação de plataformas.

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Por que sua empresa precisa de um blog?

Na era digital, da informação, o conteúdo é uma ferramenta decisiva para atrair a atenção das pessoas para sua marca. Uma das formas de produzir conteúdo de qualidade, com profundidade, conseguindo aproveitar mais oportunidades de trabalhar diversos formatos é por meio de um blog. A seguir, listamos alguns motivos para investir em um espaço seu na internet.

E se as Redes sociais saírem do ar?

Recentemente, o Facebook e o Instagram ficaram fora do ar e apresentaram erros e falhas, deixando alerta que trabalha com social media, como nós. Você já parou para pensar que o espaço das redes sociais não é seu? Caso elas fiquem fora do ar, o seu conteúdo também ficará, o que é muito menos provável que aconteça com o seu blog. Fazendo a manutenção do seu banco de dados e mantendo o seu domínio sempre ativo no registro.br, é improvável que você fique na mão.

Invista em SEO

Um blog gera maior tráfego, melhora rankeamento nas buscas, tem o efeito de fazer as pessoas voltarem e é ideal para educar o mercado. Isso se dá por meio do Search Engine Optimization (SEO), um dos maiores fatores para obter um melhor posicionamento nos sites de busca, como o Google ou o Bing. Para ter um bom posicionamento é necessário seguir algumas regras, como o uso de palavras-chave, frases curtas, títulos (os headears 1, 2, 3, 4, 5 e 6), atributo alt e legendas em imagens, por exemplo.

Aumente a sua credibilidade

Um site é importante para manter um diálogo com o público e estabelecer um canal oficial para isso. Um blog institucional permite que estes conteúdos oficiais sejam aprofundados, uma vez que há mais espaço para desenvolvê-los. Assim, cria-se a segurança de que as informações estão vindo da fonte mais confiável possível: você.

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O que são e para que servem as Landing Pages

De simples edição, as Landing Pages precisam impactar rápido. Para isso, há elementos que são essenciais em uma página de sucesso

Antes do Marketing Digital, toda página que antecedia um site era denominada Landing Page (traduzida como página de destino). Hoje, elas têm como foco principal a conversão dos visitantes. São páginas com poucos elementos e focadas apenas em um Call to Action (CTA) principal, evitando distrações e garantindo a conversão desejada.

As Landing Pages servem para dar continuidade à jornada dos clientes até a conversão, que é a compra do produto ou serviço. Geralmente, é oferecido ao usuário algum conteúdo de valor, como um e-book, ou benefício, como um desconto. Após o preenchimento do formulário com os dados do lead, o conteúdo é entregue a ele e você fica com as suas informações para manter contato até a efetivação do objetivo.

Passos para uma Landing Page de sucesso

De simples edição, as Landing Pages precisam impactar rápido. Para isso, há elementos que são essenciais em uma página de sucesso. São elas:

Título e subtítulo

Um dado divulgado pelo Copyblogger, site referência em copywriting, diz que 8 em cada 10 pessoas que chegam a uma página só leem o cabeçalho. Somente 2 em cada 10 lerão o restante da página.

Imagem

Além de uma boa imagem, o que está ilustrado precisa ajudar a vender o conteúdo de valor que você está ofertando. Tome cuidado com imagens de bancos que já foram muito usadas, pois isso pode atrapalhar a conversão.

Descrição da oferta

Em poucas palavras, impacte oferecendo detalhes curtos sobre a sua oferta e use isso para persuadir o seu futuro cliente. Use tópicos, destaque com negrito as palavras-chave, fale sobre benefícios. Simples e direto.

Formulário

Ao fazer o formulário, pense quais informações você precisa solicitar para manter contato e entender o seu lead. Fique atento aos dados que o marketing de vendas costuma coletar.

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Seu perfil no LinkedIn pode ser literalmente seu cartão de visita

App permite criar um cartão digital com QR Code e foto

Os cartões de visita continuam circulando pelos eventos e reuniões, trocados ao fazer networking para manter contato. Em tempos de consumo consciente e otimização de tempo, os pequenos retângulos de papel acabam se acumulando e, muitas vezes, fica difícil de organizar e terminam esquecidos nas gavetas. Pois bem, o App do LinkedIn tem uma solução que te permite trocar “cartão de visitas” virtualmente com o seu contato, permitindo adicioná-lo na mesma hora na rede social voltada aos contatos profissionais, além de te permitir baixar ter sempre à mão o seu perfil em QR Code.

Mas antes de sair por aí compartilhando o seu QR Code com todos os potenciais parceiros de trabalho, há uma etapa muito importante a ser feita: manter o seu perfil atualizado, ou melhor, um “Perfil Campeão”, como denomina o LinkedIn. Este tipo de perfil atingiu todos os requisitos que são necessários para ter uma boa posição nas buscas, que basicamente é o preenchimento de todos os campos. Além de ser mais facilmente encontrado por recrutadores, quem acessar o seu perfil terá as informações completas e corretas sobre sua trajetória profissional.

Dito isso, vamos ao passo a passo para obter o seu cartão do LinkedIn!

  • Baixe o App do LinkedIn
  • Configure o seu perfil
  • Ao lado da barra de pesquisa há um conjunto de quadrados no lado direito da tela
  • Clique em “Meu código” e aparecerão, além do QR Code, as opções “Compartilhar” e “Salvar na Galeria”
  • Para obter o perfil de outra pessoa que tenha o cartão, escanei o QR Code na opção “Escanear”
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Os cinco perfis do consumidor no Brasil – 2019

O consumidor passa a adotar uma relação muito mais holística, o que vem sendo concretamente refletido nas estratégias e nas vendas da indústria e do varejo brasileiro.

Segundo o mais recente estudo Estilos de Vida 2019 publicado pela Consultoria Nielsen em junho deste ano, a população do Brasil está mais negociadora (55% dos entrevistados vai direto à loja para efetuar a compra), mais conectada (64% tem um smartphone), mais saudável (57% reduziu o consumo de gordura e 56% diminuiu a ingestão de sal), mais prática (64% escolhe as marcas pelo baixo preço) e mais sustentável (42,4% está mudando seus hábitos de consumo para reduzir o impacto no meio ambiente). Tanta complexidade e multiplicidade de valores e escolhas levaram a Nielsen a criar cinco novos perfis para o consumidor brasileiro.

Consciente Pragmático

O “sabe tudo”, é aquele que segue fielmente seus hábitos e preferências. Esse perfil é predominante em indivíduos com mais de 46 anos de idade, das classes C2, D e E, e equilibradamente dividido entre homens (55%) e mulheres (45%). É geralmente o chefe do lar e, como busca uma vida estável, preocupa-se com o aumento do custo de vida e com os serviços públicos. Os meios de comunicação que mais utiliza são a TV aberta e o rádio e, mesmo que goste de ficar em casa com a família e assistir televisão em seu tempo livre, acredita que a maioria das propagandas são mentirosas. No mercado, tem um comportamento mais prático e tradicional, então faz suas compras sozinho, durante a semana e em lojas convencionais, além de adquirir sempre os mesmos produtos e marcas, mesmo que não estejam em promoção.

Equilibrista

O “negociante”, aquele que busca fazer escolhas inteligentes para conseguir consumir tudo o que quer. Esse perfil é predominantemente feminino (67%), das classes C1 e C2 e mais jovem (26 a 45 anos). Responsável pelas compras da casa, esse perfil foi bastante impactado pela crise, então preocupa-se bastante com o aumento do custo de vida e com a educação. Mesmo com o orçamento apertado, gosta de sair com os amigos e socializar. Em casa, se diverte assistindo TV e adora interagir nas redes sociais. Propagandas de rua e na internet costumam chamar a sua atenção e, na hora de comprar, gosta de olhar com atenção todos os folhetos e catálogos que recebe, além de não pensar duas vezes antes de mudar de loja para aproveitar uma boa promoção. Costuma comprar mais que o previsto e paga tudo com o cartão de crédito, mas não faz compras online. A realização profissional é o seu principal objetivo de vida.

Consciente Sonhador

O “tranquilão”, aquele que busca levar uma vida tranquila, na qual possa cuidar de si e do mundo. Predominantemente feminino (72%), esse perfil está mais presente nas classes C2, D e E. É responsável pelas compras de casa e, embora não tenha sido impactado pela crise, se preocupa com o custo de vida e a economia, mas principalmente com o meio ambiente. Esse perfil vai três vezes mais ao hortifruti que os outros, e à feira pelo menos uma vez por mês. Ele reduziu o consumo do que julga fazer mal (no caso desse grupo, especificamente cafeína, lactose e glúten), compra produtos orgânicos e faz exercícios físicos. No mercado, leva uma lista de compras e se atém à ela, além de consumir 20% menos que os demais e pagar as compras em dinheiro 90% das vezes. Além de mudar seus hábitos de consumo por causa do meio ambiente, ele está disposto a pagar mais caros por marcas sustentáveis, e tenta viver um dia de cada vez, desenvolvendo a sua espiritualidade.

Conectado

O “sempre online”, é aquele que se diverte, se comunica e passa a maior parte do seu tempo na internet. Demograficamente, esse é o mais jovem dos perfis, cuja maioria dos entrevistados possui até 25 anos de idade, está inserida nas classes B2 e C1 e sem predominância de gênero (homens e mulheres com 50%). Apesar de estar sempre online, não deixa de ir a festas, eventos culturais e de estar com os amigos. Gosta de imaginar o futuro com crescimento profissional e uma família, mas sem perder as oportunidades e vivências do presente. Consciente, pensa muito no coletivo, e suas maiores preocupações incluem o meio ambiente, o preconceito e a intolerância. Tem o mundo na palma da mão e faz tudo pelo smartphone: comunicação, conveniência, redes sociais, jogos, filmes e música. Seis em cada dez entrevistados fazem compras online todo mês. Por acompanhar seis dos nove principais meios de comunicação, propagandas perdem a relevância em todos os canais que utiliza. Esse perfil valoriza ações que criem experiência e exclusividade com produto/marca, como degustação, amostra grátis, cupons e desconto nos aplicativos.

Aspiracional

O vanguardista que busca aliar seu bem-estar próprio ao coletivo. Esse perfil tem predominância nas classes A, B1 e B2, com idade entre 26 e 45 anos e maioria feminina (64%). Tem como suas maiores preocupações o meio ambiente, educação, corrupção e preconceito, com objetivo de contribuir positivamente para a sociedade e viajar, sem abrir mão de ter uma boa carreira profissional. Está mudando seus hábitos para ser mais saudável e proteger o meio ambiente. Esse perfil consome muita informação, o que o torna mais exigente: 33% compara preços no celular enquanto está fazendo compras, 70% vê produtos e preços no aplicativo/internet antes de ir à loja, 72% gosta de comprar e experimentar novos produtos, 55% vê atentamente as informações nutricionais, 67% está disposto a pagar mais por marcas que pensam no meio ambiente e 81% gasta mais com produtos que melhoram a saúde.

A predominância do brasileiro

O Brasil é, em sua maioria, equilibrista, com 27% da população classificada nessa categoria. Em seguida, temos os aspiracionais (22%) e os consciente pragmáticos (21%), enquanto os conectados e os consciente sonhadores estão empatados com 15%. Vale lembrar que cada consumidor possui uma combinação desses perfis, embora um deles sempre predomine.

A Nielsen ouviu mais de 21 mil pessoas em 8.240 lares pesquisados. O questionário contou com 100 questões, divididas em módulos de entendimento: tempo livre e hobbies; atitude, valores e metas; meios de comunicação; hábitos de compras (antes, durante e após), e preocupações com saudabilidade.

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Fique por dentro do vocabulário de Marketing Digital

O Marketing Digital tem seus próprios termos que são utilizados nas estratégias, processo, ação e que nem todo mundo conhece. Para entender quando ouvir uma dessas palavras, fizemos um vocabulário para que você possa entender cada vez quer ouvir uma delas.

Leads – São clientes em potencial, o público alvo da sua estratégia de Marketing. Quando você consegue atrair a atenção desse contato e ele demonstra interesse na sua empresa, você gerou um lead.

Conversão – é quando um lead efetiva a compra e vira um cliente.

Landing Pages – são criadas com objetivo de gerar conversão. Geralmente são como caixas ou páginas de diálogo que estimulam o usuário a baixar algum conteúdo relevante para ele – e pra isso você precisa utilizar argumentos rápidos e convincentes e um visual atrativo. Em troca, ele pode fornecer seus contatos, preenchendo um formulário, para ter acesso ao conteúdo, que pode ser um e-book, a participação em um webinar.

Inbound Marketing – Os e-books são muito utilizados nessa que é uma estratégia de Marketing Digital para gerar leads. Consiste em fornecer informações pertinentes e interessantes para o seu público para que ele venha até você, como por exemplo preenchendo um formulário de uma landing page para acessar o conteúdo.

Branded Content – conteúdo de marca, em tradução literal, mas não é apenas isso. O Branded Content é todo o conteúdo com qualidade e relevância, utilizado para informar e, muitas vezes entreter o público-alvo. Pode ser feito em vários formatos ou canais, como apps, no próprio site ou rede social da marca.

SEO – é a sigla para Search Engine Optimization (otimização para buscadores). São um conjunto de técnicas que melhoram o posicionamento dos seus conteúdos digitais em buscadores como o Google ou o Bing.

Ads – geralmente as mídias sociais vem acompanhada da palavra Ads, vindo de advertising, quando indicam a possibilidade de anunciar na plataforma. Exemplo: LinkedIn Ads, Google Ads e Facebook Ads.

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Indicadores de performance (KPIs) mensuram resultados baseados em métricas

KPI é a sigla para o termo inglês Key Performance Indicador, ou seja, indicador chave de desempenho

Utilizados para medir o desempenho dos processos de uma empresa, os indicadores de performances são métricas relevantes para a estratégia e o sucesso do negócio. Sendo assim, esses indicadores, ou simplesmente KPIs – Key Performance Indicador, ou seja, indicador chave de desempenhoprecisam ser mensuráveis, porque não se pode gerenciar o que não pode ser medido.

Nem todas as métricas são KPIs, mas um KPI é uma métrica. Métrica é apenas algo a ser medido. Esse dado não é necessariamente importante durante a tomada de decisão, por exemplo. Entretanto, no momento que essa métrica passa a ser relevante para executar uma ação ela pode ser considerado um KPI.

O que pode ser utilizado como um KPI?

São muitos os dados que podem ser utilizados. Dependerá dos objetivos e do tempo estabelecido para observação. Por exemplo, se um e-commerce deseja vender mais ebooks e para isso lançou uma campanha de captação de leads em seu site. O KPI utilizados pode ser o número de cadastros captados versus o número de ebooks vendidos vindos desses cadastros, durante um determinado período.

Um KPI pode ser um número ou um percentual. Geralmente são determinados por fórmulas simples, e se prestam a quantificar os resultados, sempre alinhados aos objetivos da companhia.

Por que likes ou comentários não são bons KPIs?

Um bom indicador-chave de performance mostra como o seu objetivo está trazendo mais vendas ou oportunidades de negócio para a sua empresa. Um like sozinho não é uma forma precisa de analisar isso. A única forma de usar interações sociais como KPIs é relacioná-las com outros fatores.

Por exemplo, quantos clientes que efetivaram compra ou deixaram cadastro comentaram na sua publicação no Facebook? Quantos curtiram essa ou outros posts? Essas correlações podem trazer dados interessantes, mas uma interação social sozinha não é um bom KPI. Talvez se o seu objetivo for criar engajamento, eles podem ser sim bons indicadores, aliados a outros tipos de interações.

Foque em dados palpáveis, faça comparações e sempre tenha em vista os seus objetivos. Assim, você sempre poderá usar indicadores como um termômetro do seu sucesso.

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Promova sua marca em um contexto profissional com o LinkedIn Ads

É necessário configurar uma conta de anúncios na rede social

A maior rede profissional do mundo, o LinkedIn, permite anúncios de vários formatos em sua plataforma. Além de compartilhar as atualizações profissionais, você pode utilizar a rede para atingir certos públicos e alcançar uma audiência ainda maior para a sua empresa ou negócio.

Segundo o LinkedIn, sua rede é composta por mais de 467 milhões de profissionais no mundo. Você pode promover sua marca em um contexto profissional, segmentando por função, título e nível de experiência, tamanho de empresa entre outros tópicos que te ajudam a falar com as pessoas certas. Esse é um bom recurso para quem trabalha com B2B (business to business), ou seja, empresas que vendem seus produtos para outras empresas.

São três os tipos de anúncios mais usuais:

Além desses três, o LinkedIn Ads disponibiliza também:

  • Dynamic Ads: ideal para criar conhecimento da marca e atrair mais usuários para sua Company Page.
  • Vídeo Ads: anúncios divulgados em formato de vídeos (são criados a partir do Sponsored Content).
  • Anúncios em Carrossel: também feitos pelo Sponsored Content, é possível contar uma história com imagens em carrossel.
  • Mídia Programática: você segmenta seu público por intenção ou identidade e compra a mídia programática. Assim, seus anúncios são mostrados no Display Ads por um preço fixo.

Você ainda pode segmentar seu público por:

  • Área de estudo;
  • Diploma obtido;
  • Universidade;
  • Cargo;
  • Setor;
  • Tamanho da empresa;
  • Nível de experiência;
  • Localidade;
  • Idade.

Para anunciar no LinkedIn é necessário configurar uma conta de anúncios na rede social. Você pode obter resultados de acordo com o quanto está disposto a investir. Pague apenas por cliques ou impressões, pause seus anúncios a qualquer momento e mensure as conversões

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